A importância do culto infantil nas igrejas



Esse texto foi inicialmente publicado aqui, e foi desse mesmo instagram que tirei as imagens.


Muitos pais (e adultos em geral) acreditam que o culto infantil, ou cultinho, é apenas uma salinha ou classe na qual eles podem deixar seus filhos brincando enquanto assistem ao “culto de verdade”. Mas ao contrário do que eles pensam o culto infantil é, como o próprio nome já diz, um culto. Brincadeiras até são bem-vindas, mas apenas quando estão ligadas à mensagem do dia ou quando o culto infantil termina muito antes do culto adulto.

O que, como Igreja, muitas vezes falhamos em compreender é que as crianças também fazem parte da Igreja e assim como os adultos são pecadoras e necessitam da redenção que só pode ser adquirida quando se aceita Cristo como Senhor e Salvador. Entretanto enquanto a necessidade de salvação de uma criança é a mesma de um adulto, o modo como ela aprende e como ela adora é diferente e por isso o culto infantil é tão importante.

Ele possui a mesma estrutura básica de um culto adulto, o que difere os dois é a linguagem utilizada. 



No cultinho, as músicas são infantis e a mensagem é pregada de modo que a criança consiga compreendê-la e aplica-la em sua vida. Além disso, crianças se dispersam muito rápido, por isso, a mensagem é acompanhada de visuais, é mais curta e permite a interação dos pequenos através de perguntas, por exemplo. A maior diferença entre a estrutura de um culto infantil para um culto adulto é que, no primeiro, depois de ouvir a mensagem, as crianças realizam uma atividade prática que as auxilia a apreenderem melhor o que lhes foi ensinado. 

Através do culto infantil, as crianças podem receber a mensagem da salvação e ouvir o apelo em uma linguagem acessível a elas e podem adorar a Deus do modo que sabem.



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